Brasileiros vencem prêmio com IA que checa fake news no WhatsApp

Brasileiros vencem prêmio com IA que checa fake news no WhatsApp

Ferramenta desenvolvida por alunos da USP permite que usuários verifiquem a veracidade de mensagens diretamente no aplicativo

Fake news no WhatsApp – Três alunos de Ciência da Computação no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP São Carlos criaram um chatbot para o combate de fake news online. O chamado “Tá Certo isso AI” analisa e verifica a veracidade das informações recebidas via mensagens pelo WhatsApp, independentemente do formato (texto, vídeo, áudio ou imagem).

O software foi desenvolvido por Cauê Paiva Lira, Luiz Felipe Costa e Pedro Henrique Silva, equipe vencedora do Programa AI4Good da Brazil Conference. Esse evento é uma conferência internacional que reúne brasileiros nos EUA, incluindo especialistas, líderes, estudantes e empreendedores, para debater e criar estratégias que enfrentem desafios tecnológicos, políticos e socioeconômicos do país.

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O evento ocorrerá presencialmente na Universidade Harvard e no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos dias 27, 28 e 29 de março. O software “Tá Certo isso AI?” é público e pode ser acessado por qualquer pessoa de diferentes formas.

Na primeira forma, você pode adicionar o telefone 35 8424-8271 nos contatos da sua agenda do celular e salvá-lo. Em seguida, basta abrir uma conversa com este número no WhatsApp.

A segunda maneira é por meio do site oficial do projeto, clicando aqui. Ainda é possível adicionar a ferramenta a grupos de WhatsApp onde, após a adição, é possível marcar o bot com @ na informação que deseja confirmação.

Na análise, o chatbot busca a veracidade das informações em meios de comunicação consolidados, sites e portais institucionais, e fontes especializadas na checagem de fatos. Em entrevista ao Jornal da USP, um dos desenvolvedores do projeto, Luiz Felipe Diniz Costa, afirmou que a ideia é que o bot não faça apenas uma apuração primária.

“O bot não aceita qualquer fonte. Ele faz a checagem apenas em bases que já passaram por esse filtro de confiabilidade, o que reduz o risco de erro e aumenta a qualidade das respostas”, afirmou Luiz Felipe Costa, um dos idealizadores do projeto.

(Com informações de Olhar Digital)
(Foto: Reprodução/Freepik/inkdrop)

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